Quem é mãe de criança e/ou bebê pequeno sabe o quanto é difícil conciliar a maternidade com alguma outra atividade sem se esgotar ao máximo, mesmo assim a gente vai atrás e tenta dar conta de tudo.
No meu caso, eu não conseguiria ficar em casa 24h por dia e me dedicando integralmente à minha filha, admiro quem consegue, mas isso não me traria satisfação pessoal e profissional plena. Por isso mesmo a bebê teve que ir para a creche, e eu meter a cara nos estudos, não pude aproveitar todas as oportunidades que me apareceram, viagens, por exemplo, mas isso deixo pra depois.
A primeira parte do processo já passou, veremos as seguintes. Creio que não consegui me dedicar 100%, mas fiz o melhor que pude no momento e o que tiver que acontecer, que aconteça, o melhor, espero. Provas e seleções feitas veremos se meu minha vida começará a tomar um rumo desde sempre querido e planejado e, de um tempo pra cá, fundamental.
Quando fui mãe os meus sonhos me pareceram apenas sonhos, daqueles que a gente sonha mas como se não fosse nos pertencer. Agora descobri que não. Indo atrás dos meus sonhos sou uma pessoa melhor, uma mãe melhor. Vou atrás dos meus sonhos por mim e por ela.
Ninguém me falou que seria fácil, pelo contrário, não param de colocar pedras no meu caminho, mas a satisfação da realização não tem preço, pra isso vou atrás, busco o melhor pra mim e pra ela, sempre.


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